Mira, un Lobo! edita “Heart Beats Slow” e lança vídeo para “Tramadol”

Tramadols are small creatures that inhabit most parts of the world. They are also sock puppets. Although they appear cute and vulnerable, they are dangerous and must be avoided! They can consume a person, occupying their every minute and every thought. Some people succumb to the temptation of ‘wearing’ them, but to do so is considering a crime and highly frowned upon, not to mention a serious threat to ones health.

The sock puppet embodies a dark yet playful visual metaphor for addiction and obsession, exploring the hazardous effects that can occur when a person becomes overly attached and dependent on a particular thing.

A música como catarse: um artista português é arrastado por uma crise existencial devido aos problemas económicos do país. Suaves cascatas de eletrónica mostram-lhe o caminho para sair dela.

A intensidade catártica deste disco espelha a influência de artistas como Sigur Rós, M83, Julianna Barwick, Sufjan Stevens ou Fever Ray. Para benefício deste álbum tão íntimo, de Sousa compôs, escreveu e gravou as músicas em casa, sozinho, livre de horários ou prazos. O que começou como um diário musical evoluiu inconscientemente num álbum de pleno direito. Com a conclusão do processo criativo, de Sousa chamou vários amigos talentosos para, segundo ele, “limar algumas arestas”. Ricardo Fialho co-produziu o álbum, Carlos Costa colaborou nas guitarras e Eli Fernandes nas segundas vozes. Um convidado muito especial também teve uma participação neste disco: “Usei a voz do meu filho, de quando ainda era bebé, no tema que dá nome ao disco.”

Que melhor maneira de dar voz à inocência e a novos começos? Apesar das quase paralisantes incertezas do atual clima económico que atingiu Portugal duma forma tão visceral, o disco de Mira, un Lobo! transmite a esperança de que um futuro melhor pode não estar fora do nosso alcance se mantivermos a calma. Não tanto a fuga cega como perspetiva pragmática, mas destacando e potenciando a arte como fonte para o rejuvenescimento e reabastecimento pessoal.

Sim, o perigo existe (afinal de contas existe um Lobo à espreita) mas escusa o sobressalto (“Heart Beats Slow” é o título do álbum) e vê o lobo pela desarmante e bela criatura que é e não como a ameaça que simbolicamente representa.

Mira, un Lobo! despede-se no disco com uma introdução: “Não interessa onde estás. Coloca os auscultadores, fecha os olhos e deixa-te levar. ”

“Heart Beats Slow” foi editado a 20 de Maio pela internacional Tapete Records.

Fonte: Press Release Let’s Start a Fire


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