21 Ago 2014 a 23 Ago 2014

Maré de Agosto: Hilight Tribe, La Chiva Gantiva, Selah Sue e DJ Souza confirmados

Maré de Agosto: Hilight Tribe, La Chiva Gantiva, Selah Sue e DJ Souza confirmados

A direção da Associação Cultural deslocou-se no dia 16d e Abril à ilha Terceira para anunciar na Discoteca “Celeiro” as novas confirmações para o festival Maré de Agosto. São elas: Hilight Tribe, La Chiva Gantiva, Selah Sue e DJ Souza.

Hilight Tribe (França)

É o alvorecer de uma nova era. Os Hilight Tribe estão desbravando novos caminhos com o seu Live Natural Trance, um novo som que está a explodir nas pistas de dança de Paris a Tóquio.

Há dez anos que a “tribo” tem partilhado a sua música de trance acústico e o seu estilo de vida que está simultaneamente perto da terra e consciente da tecnologia moderna.

Com os seus seis álbuns, 4 vídeos e 500 concertos, os Hilight Tribe são verdadeiros inovadores com o seu som electroinstrumental que funde a guitarra, baixo, bateria, voz, congas, djembê, didgeridoo, bem como outros instrumentos de percussão e de corda de todo o mundo.

Estes cinco músicos e seu engenheiro de som, vivem entre Paris a Bretanha e as Ilhas Baleares, Espanha. Primeiro e acima de tudo, eles consideram-se cidadãos do mundo com um espírito de união entre países e culturas.

No palco, a tribo liberta uma energia de alta tensão ao criar a osmose entre o público e os músicos. Eles constroem a ponte entre os mundos, entre sons futuristas e cadências tribais, ativando a sua música com um poderoso estrondo. Cada instrumento é tocado em tempo real e ligado aos efeitos de som, criando uma alquimia entre sons modernos e ancestrais.

Precursores de um estilo que se tornou uma tendência musical, os Hilight Tribe convidam-no a uma viagem além do tempo e do espaço onde o espírito roots orienta o mundo moderno para o caminho da trance…

Chiva Gantiva (Luxemburgo)

A história dos La Chiva Gantiva começou em Bruxelas, quando três jovens estudantes colombianos começaram a tocar percussão juntos. Impulsionados por um desejo de afirmar as suas raízes, eles começaram a misturar ritmos Afro-colombianos com outros estilos de música que eles amavam, tais como: rock, afrobeat e funk. A eles depressa se juntaram quatro outros músicos (dois belgas, um francês e um vietnamita), começaram a atuar em todo o mundo e o seu emocionante e explosivo show, conquistou os media e o público.

Depois de assinarem pela Crammed Discs, os La Chiva Gantiva lançaram o seu segundo álbum, “Vivo”, em Fevereiro de 2014. Gravado no próprio estúdio (que eles construíram para a ocasião, em cima de um bar em Bruxelas), “Vivo” foi misturado em Nova Iorque por Joel Hamilton (Blakroc, Sparklehorse, Marc Ribot, Bomba Estereo) com os principais compositores da banda, o vocalista Rafael Espinel e o guitarrista Felipe Deckers.

Enquanto o poderoso som do álbum, reflete a incrível energia ao vivo dos La Chiva Gantiva, o seu som “frenético do carnaval-punk que explode como um cocktail Molotov de rock, rap, soul e ritmos latinos ferozmente funky (como descrito pelo The Times),”Vivo”, também contém canções em que a banda explora várias direções musicais, tais como padrões de percussão tradicionais e novos territórios sónicos, enquanto o restante som, se baseia nos seus fundamentos de rock/afrobeat de marca, pontuado por riffs de exuberantes.

Selah Sue (Bélgica)

Você vai reconhecê-la após as primeiras notas. Ela é já parte da paisagem das nossas vidas. Algures o soul, reggae e dubstep fluem juntos para uma  mistura sedutora e profundamente relaxante. As canções de Selah Sue deram à Europa, uma despreocupada sensualidade e romantismo.

Com apenas vinte e quatro anos, é bom saber que ainda existe este tipo de história, uma história em que a música e talento próprio, são responsáveis por uma série de incríveis eventos.

Selah Sue não estava destinada a tornar-se uma artista. Mesmo sem romantizar, a sua história é como um conto de fadas. É a história de uma jovem artista que ignora o seu destino e derrama as suas ansiedades nas suas canções e no seu violão. Ela transforma dúvidas em melodias soul, funk e reggae, esforçando-se para ser digna dos seus ídolos: Erykah Badu, Lauryn Hill e Bob Marley.

Gravou em home-studios e em casa de amigos e publicou os rascunhos das suas músicas no Myspace, sem o objectivo de fazer uma carreira na música. O que acontece a seguir parece quase irreal. Milhares de fãs respondem-lhe na net, atraindo a atenção dos profissionais e o interesse da gravadora Because Music, o que levou a um contrato de gravação com a jovem artista.

Farhot (produtor de Nneka) e Patrice assumem a produção de seu primeiro álbum. Meshell Ndegéocello produziu a faixa “Mommy” e CEE-­‐lo Green concorda em acompanhá-la num dueto e acaba lhe pedindo para colocar a faixa “Please” no seu próprio álbum. E, por último mas não menos importante, no outono passado Prínce ofereceu-lhe um cobiçado slot de abertura no seu show em Antuérpia, Bélgica. Selah Sue já tocou nos grandes festivais Europeus e no americano Coachella e ganhou o Prix Constantin e o European Border Breakers Award,. Para colocá-lo em poucas palavras, em apenas dois anos, Selah Sue realizou os seus sonhos. Por exemplo, o seu primeiro single “Raggamuffin” é uma das suas canções mais antigas e já foi visto mais de 14 milhões de vezes on-line.

Há poucos dias foi confirmada a sua presença no festival Sudoeste e hoje no festival Maré de Agosto!

DJ Souza

A residir em Amesterdão, Souza é neste momento um dos mais internacionais djs açorianos. Ele é conhecido pelas suas performances vibrantes, sempre com grande interação com o público e uma seleção musical que não deixa ninguém indiferente.

Desde os 15 anos de idade que adoptou o djing como a sua grande paixão e com 19 anos de idade já tocava em diversas casas nocturnas dos Açores e do Continente, tais como o LX Factory, Kapital, Blues Caffe, Musicbox, Fiéis Ao Tejo e In Club.

Os anos de 2012 e 2013 revelaram-se os anos mais produtivos da sua carreira com as suas primeiras apresentações em Espanha e na Holanda. Mas não só: no Verão de 2013 Souza é convidado para ser o primeiro açoriano “cabeça de cartaz” no exigente cartaz de djs das Festas da Praia, na sua cidade natal.

Ainda durante o verão de 2013 Souza partilhou a cabine com o conceituado DJ Porter Robinson e actuou como dj convidado nas festas “Party Spot” que percorreram várias ilhas do arquipélago dos Açores.

Os dados estão lançados e Souza promete não ficar por aqui e levantar o nome dos Açores bem alto, cimentando a certeza que chegou a vez dos Açores terem um dj reconhecido além fronteiras.

Fonte: Press Release Associação Cultural Maré de Agosto


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