Falta uma semana para o MIL Cultura e Política ocupar a Casa Capitão

Entre 21 e 23 de maio, o MIL Cultura e Política ocupa a Casa Capitão com conversas, workshops, keynotes, cinema, performances, exposições e concertos em torno das relações entre cultura, participação, media, tecnologia, poder e condições de produção cultural.
Esta edição contou com a consultoria de programação da Shifter.
Num momento de transformação das políticas culturais europeias e dos modelos de financiamento para o setor cultural, o que muda nas prioridades, nos instrumentos e nas condições de participação e acesso à cultura?
No dia 22 de maio, o MIL Cultura e Política dedica várias a estas questões, com Helder Sousa Silva (Parlamento Europeu), Luiza Moroz (Culture Action Europe), Sara Machado (Creative Europe Desk Portugal) e Francisco Cipriano.
No dia 21 de maio, Geoffroy de Lagasnerie e Malcom Ferdinand são dois dos convidados desta edição para pensar democracia, ecologia, participação e formas de organização coletiva.
O programa inclui ainda sessões sobre hierarquias do conhecimento, políticas culturais, movimentos sociais, direitos culturais e democracia cultural.
A partir de Melancolia de Classe, Cynthia Cruz propõe uma reflexão sobre classe, pertença, exclusão e as condições de produção cultural contemporânea.
O MIL Cultura e Política propõe conversas sobre quem pode criar, em que condições e com que acesso à cultura. Espaço, habitação, classe, participação e condições materiais da criação são temas do programa.
As keynotes de Kate Pasola e Alice Cappelle refletem sobre voz, plataformas, media e poder. Ao longo do programa, cruzam-se ainda debates sobre literatura, jornalismo cultural, representação, escrita e produção de sentido.
Open source, inteligência artificial, jornalismo cidadão e linguagem institucional são alguns dos temas que atravessam workshops e conversas desta edição.
O programa inclui oficinas com Maria Vlachou, Dominika Cupkova, Nuno Ramos de Almeida e Numa, entre outros convidados.
O MIL Cultura e Política prolonga-se também em cinema, performances, concertos, spoken word, exposições e sessões participativas.
No dia 23 de maio, o programa assume um formato mais centrado na fruição e apresentação de projetos que materializam muitas das questões discutidas nos dias anteriores — entre cultura, território, memória, linguagem, representação e participação.
Sopa de Pedra abrem o programa na quinta-feira. Entre os destaques do programa artístico estão atuações de Bar Aberto, Grupo Coral do Auto-Tune, Lesma, Mães Solteiras, Jorge Rosa, Rádio Cacheu e Àkila aka Puta da Silva; spoken word de Kizua Jo; a performance Re-trato – Residência Expandida, da artista e investigadora Marisa Paulo; Objeto-Memória — Membranas Tecidas, projeto participativo de Milene Pereira desenvolvido com mulheres migrantes; e as exposições Instantâneos Partilhados de Daniel Vintém e 2610 de Hugo Barros.
Programa completo e inscrições aqui.
Fonte: Press Release

