Em “PRESSINHAS”, Chico da Tina troca a concertina pelo acordeão e volta a reinventar a tradição

Em “PRESSINHAS”, Chico da Tina troca a concertina pelo acordeão e volta a reinventar a tradição

Precursor de um luso-forró” à moda do Alto Minho, o artista de Viana do Castelo desafia mais uma vez os cânones da música tradicional portuguesa com uma roupagem canarinha na sua música.

Quando menos se espera, Chico da Tina entra em cena para trocar as voltas a um jogo que, em boa verdade, só ele sabe jogar à sua maneira. Se ao longo dos anos tem sido um quebra-cabeças encaixá-lo numa só gaveta musical, daqui para a frente essa tarefa não parece vir a tornar-se mais fácil. Basta ouvir-se o seu novo single, “PRESSINHAS”, uma fusão de géneros entre países-irmãos através da música tradicional de cada um.

Sai a concertina, entra a sanfona (vulgo acordeão) neste “luso-forró” à minhota. Com produção assinada por José C. Monteiro, a par dos contributos de Quim Kardashian e os irmãos GOIAS na composição instrumental, “PRESSINHAS” nasce a partir da música tradicional brasileira que por cá tanto se ouve, e volta a encontrar-se com uma das culturas que tiveram mão na sua origem em primeira instância. Por isso mesmo, “PRESSINHAS” soa-nos tão familiar quer vinda de um passado recente, quer remotamente distante — que tanto bebe desse forró tradicionalmente brasileiro com a sanfona em evidência, como vai beber ao folclore português (desde logo com Viana do Castelo à cabeça) e à sua concertina.

Já este luso-forró contemporâneo espelha as vicissitudes da vida moderna retratadas no habitual tom burlesco de Chico da Tina. Ele que depois de voltar a mergulhar na música popular portuguesa em PLAYBOY MATOS — o seu último projecto a solo, editado em 2024, em tributo ao cantor Tony de Matos — se aventurou pelo pop-flamenco ao lado de Lucas Maia (a começar por “Cigana Linda” até lançar o seu mais recente hit à escala nacional, “Última Dança”). Agora, é numa ponte entre as músicas tradicionais brasileira e portuguesa que “PRESSINHAS” surge para baralhar mais uma vez as contas de quem ainda se atreve a adivinhar caminho a um dos artistas mais inventivos da nossa praça.

Fonte: Press Release


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