Bad Bunny reescreveu a história do Super Bowl LX Halftime Show

“Se a noite provou alguma coisa, foi que o Bad Bunny está a redefinir o que é possível, nos maiores palcos do mundo.” – Billboard
“Bad Bunny reescreveu a história do Super Bowl” – Variety Austrália
“ O superastro apresentou um espetáculo vibrante e memorável, com bailarinos, muito orgulho porto-riquenho e até uma aparição de Lady Gaga.” – Rolling Stone
“O titã global da música cumpriu a sua promessa durante o espetáculo de intervalo de 13 minutos, no domingo, 8 de fevereiro, no Levi’s Stadiu,, em Danta Clara, Califórnia, do,infando o palco com confiança e uma autenticidade sem concessões.” – USA Today
SANTA CLARA, CA – 8 de fevereiro de 2026 – Depois de um momento historico na 68 edição dos GRAMMYS AWARDS, onde DeBÍ TiRAR MáS FOToS tournou-se o primeiro álbum totalmente em língua espanhola a vencer o premio de Álbum do Ano – e a primeira obra a conquistar esse título tanto nos GRAMMYs como nos Latin GRAMMY Awards – o fenómeno global Bad Bunny voltou a fazer história com uma atuação memorável no Apple Music Super Bowl LX Halftime Show, o maior palco de entretenimento mundial.
Bad Bunny tornou-se o primeiro artista latino masculino a encabeçar o espetáculo de intervalo do Super Bowl e o primeiro artista a vencer o GRAMMY de album do ano e a atual no Super Bowl na mesma semana. Este feito assinala não apenas u, marco irremediável na sua carreira, mas também um momento cultural decisivo para a comunidade latina e para a indústria musical global.
Com uma duração de 13 minutos, a atuação foi concebida como uma viagem cinematográfica que teve início com uma introdução em espanhol, ambientada em campos de cana-de-acúcar, transitando depois para o super aula ao vivo no relvado. Inspirado na paisagem rural de Porto Rico, o campo foi transformado num ambiente imersivo que homenageou o trabalho, a herança cultural e as gerações latinas que abriram caminho.
A atuação começou com Bad Bunny a atravessar o campo com uma bola de futebol americano na mão, interpretando “Titi Me Preguntó”, enquanto o cenário ganhava vida com representações do quotidiano latino: pequenos negócios e ofícios recriados em ambientes reais, como um salão de unhas, uma taqueria, uma barbearia, um vendedor de piraguas inspirado na Velha SAN Juan, e sessões de treino dos boxeurs Xander Zayas e Emiliano Vargas.
A narrativa conduziu o artista até La Casita, um elemento irónico dos seus espetáculos ao vivo, inspirado numa casa típica porto-riquenha e na tradição da party de marquesina. Ao longo da sua residência e digressão mundial, La Casita tornou-se um espaço de encontro cultural. A sua presença no Super Bowl marcou a primeira vez que este ambiente íntimo e comunitário foi apresentado no maior palco do mundo. Entre os convidados especiais estiveram Alix Earle, Cardi B, Dave Grutman, Karol G, Jéssica Alba, Pedro Pascal, Ronald Acuña Jr. e Young Miko.
A atuação expandiu-se novamente com uma passagem por uma oficina automóvel, onde Bad Bunny atuou em cima de uma carrinha pick-up, acompanhado por uma pequena orquestra dirigida por Giancarlo Guerrerom integrando momentos de “MÓNACO” como transição para o palco principal.
O clímax mocional e visual aconteceu no palco central, representando Porto Rico, onde o espetáculo evoluiu para a salsa. Los Sobrinos ativaram ao vivo ao lado de Lady Gaga em “Die With A Smile”, com um arranjo especial de Big Jay, antes de Bad Bunny regressar para interpretar “Baile Inolvidable”.
Num momento final inesquecível, realizou-se um casamento real em palco. O casal, que originalmente habita convidado Bad Bunny para o seu casamento, foi surpreendido ao ser integrado no espetáculo, casando-se ao vivo durante o Apple Music Halftime How, com o artista como testemunha e signatário da certidão, transformando o momento numa celebração autêntica e emotiva em tempo real.


De regresso ao relvado, a energia transformou-se numa celebração à escala máxima, com bailarinos a preencherem o espaço enquanto o Bad Bunny interpretava “NUEVAYoL”, transformando o estádio numa celebração unificada. O momento contou com a participação especial de Toñita, amplificando ainda mais o significado cultural da atuação. Numa breve mas profundamente comovente pausa, Bad Bunny afastou-se para reconhecer um jovem fã que assistia ao espetáculo com os pais – uma criança que recentemente o tinha visto vencer o prémio de Album do Ano nos GRAMMY’s. A intenção tornou-se um poderoso lembrete de possibilidade: em algum momento, todos somos essa criança, a sonhar grande e a acreditar no que pode vir a ser. O momento ecoou como uma mensagem para todos os jovens que o assistiam, de que, com crença e perseverança, também eles poderão um dia estar onde ele está agora – do palco dos GRAMMY’s ao do Super Bowl. Seguiu-se a entrada de Ricky Martin, que interpretou “LO QUE PASO A HAWAii”, sentado sobre um cenário inspirado na cónica capa do álbum DeBÍ TiRAR MáS FOToS, uma imagem profundamente familiar nas comunidades latinas, simbolizando presença, memória e ligação.
A atuação mudou então de tom com o início de “El Apágón”, com Bad Bunny a segurar a bandeira do Porto Rico enquanto atravessava o campo em direção à estrutura de linhas elétricas. Após interpretar vários momentos da canção, subiu à estrutura à medida que o tema chegava ao fim. A partir do topo, a atuação transitou para “CAFé CON RON”, com o artista a descer novamente para o relvado acompanhado por Los Pleneros de lá Cresta, que atuaram ao vivo, trazendo ritmo tradicional e uma libertação colectiva ara o ato final.
Nos momentos finais, a bola de futebol americano regressou às mãos de Bad Bunny enquanto “DtMF” tocava. O artista marcou o touchdown, erguendo uma bola com a mensagem “TOGETHER, WE ARE AMERICA”, diante de um painel que exibia a frase “THE ONLY THING MORE POWERFUL THAT HATE IS LOVE”. Todo o elenco de músicos, bailarinos e performers abandonou o campo em conjunto, cantando, enquanto os bailarinos seguravam bandeiras representativas das Américas, encerrando a viagem de forma circular.
Produzido executivamente pela Roc Nation e concretizado por Bad Bunny e pelas Rimas Entertainment, o espetáculo foi desenvolvido em estreita colaboração com a diretora artística Letícia Leon e as coreógrafas Charm La Donna e Karina Ortoz. Ao transformar Apple Music Super Bowl Halftime Show numa narrativa viva e em constante evolução, a atuação ofereceu uma celebração rara de comunidade, cultura e experiência partilhada à escala global.
A seguir, o agora vencedor de seis GRAMMY’s prepara-se para regressar à sua digressão mundial DeBÍ TiRAR MáS FOToS World Tour, completamente esgotada, com início em três concertos consecutivos em Buenos Aires, Argentina, antes de seguir para atuações no Brasil, Austrália e Japão. A cada palco que pisa e a cada marco que alcança, Bad Bunny continua a consolidar o seu legado como uma das forças culturais mais marcantes da sua geração.
Fonte: Press Release

